Este é um romance para quem aprecia personagens inesquecíveis,
retratos de época rigorosos e romances que recordam
que uma única pessoa pode transformar a vida de muitos.
Uma leitura emocionante que celebra a liberdade,
a resiliência e o poder das pequenas ações para mudar o curso da História.
A Carteira é um romance que nos transporta até ao sul de Itália dos anos 30, onde a tradição e os costumes parecem determinar o destino de cada pessoa. É neste cenário que surge Anna Allavena, uma mulher vinda do Norte, cuja independência, coragem e determinação desafiam as convenções de uma pequena aldeia.
Quando decide candidatar-se ao lugar de carteira, tornando-se a primeira mulher a distribuir correspondência na comunidade, Anna não leva apenas cartas de porta em porta. Leva esperança, aproxima pessoas, guarda segredos, testemunha amores, despedidas e reencontros. Ao longo de duas décadas marcadas pelas transformações sociais e pela Segunda Guerra Mundial, torna-se o elo invisível que une uma população inteira.
Francesca Giannone nasceu em 1982, na região da Apúlia, no sul de Itália, onde vive atualmente. Formou-se em Ciências da Comunicação e trabalhou durante vários anos no setor da comunicação, antes de se dedicar inteiramente à escrita.
Estreou-se na literatura com este romance, que sugerimos aos nossos leitores, e que foi inspirado na história da sua bisavó, a primeira mulher carteiro numa pequena localidade da Apúlia.
Publicado em 2023, o livro tornou-se um enorme sucesso editorial em Itália, conquistando leitores e crítica, permanecendo durante meses no top de vendas.
A escrita de Francesca Giannone destaca-se pela capacidade de recriar ambientes históricos, construir personagens femininas fortes e explorar temas como a família, a identidade, a emancipação feminina e o poder das relações humanas.
Este romance foi distinguido com o prestigiado Prémio Bancarella 2023, um dos mais importantes galardões literários italianos.
Deixe-se conquistar por este romance inesquecível.
Requisite-o na Biblioteca e descubra porque há histórias que permanecem connosco muito depois da última página.



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