maio 31, 2024

NAQUELE DIA ACONTECEU

Dia após dia, salte da Idade Média para o século XX 
e depois encontre-se em plena Antiguidade. 



Com este livro não há impossíveis.
É uma autêntica viagem no tempo e no espaço.
São 365 dias que ficaram para a História da Humanidade.


Sabia que o Tintim surgiu no dia 10 de janeiro de 1929?


Sabia que as calças de ganga foram patenteadas no dia 20 de maio de 1873?
Inicialmente destinadas aos vaqueiros e aos mineiros de São Francisco, 
rapidamente se tornaram um sucesso mundial.


Sabia que a 5 de julho de 1996 nasceu a ovelha Dolly, fruto de um feito 
revolucionário da equipa escocesa do cientista Ian Wilmut?


O livro que sugerimos como leitura de fim de semana propõe
 uma autêntica  viagem no tempo.
Das explorações às descobertas científicas, passando pelas artes e pelas letras,
 pela medicina, pela geografia, entre outros, 
o Leitor vai poder percorrer o mundo  e descobrir a aventura humana






 

maio 22, 2024

22 DE MAIO - DIA DO AUTOR PORTUGUÊS

Instituído pela Associação Portuguesa de Escritores em 1982
surgiu com o intuito de homenagear todos os autores portugueses
 nas mais diferentes áreas artísticas.


A Biblioteca Municipal tem até ao fim do mês uma mostra bibliográfica só de autores portugueses, onde o Leitor pode escolher o seu autor preferido ou ficar a conhecer os novos talentos nacionais.


Esperamos por si




maio 15, 2024

APRESENTAÇÃO DE LIVRO | sábado, 18 de maio, pelas 15h30


Balada da Noite Profunda
de 
Pedro Vigário


Sinopse: A narrativa constrói-se em torno de Salvador, professor universitário, homem de emoção fácil, amores fugazes e intensos, perdido nas suas imperfeições, mas consciente delas.

Navegante de mares bravios, que o fazem serenar, embora se deixe seduzir por águas profundas, onde o submundo tem lugar e onde se encenam histórias de dor e sofrimento, por vezes com final feliz.

Salvador vagueia entre desamores e afetos sem se acanhar, apelando não raras vezes à memória de uma infância feliz, de uma juventude inquieta e de um outro tempo, em que a vida seguia num passo mais lento, onde as recordações de família lhe apaziguam o ímpeto.

Os valores da amizade e da fraternidade embalam-no nessa caminhada ambivalente, ora consciente das maleitas do mundo, ora sonhadora de que algo mais e melhor permanece à espreita, pronto a ser resgatado.

Será nesta constante busca entre encontros e desencontros que Salvador vai subitamente ser surpreendido pelo amor e pela esperança no futuro.


Autor: Pedro Nuno Januário Vigário, nasceu a 3 de julho de 1979 em Leiria, onde vive. É casado e tem um filho. Viveu em Porto de Mós até aos 18 anos e depois em Coimbra onde concluiu a Licenciatura em Serviço Social em 2002. Exerce atividade profissional como Assistente Social na Marinha Grande desde janeiro de 2004.

Obra Publicada: "Vagueando pela margem da alma" em 2014.



Contamos com a sua presença



maio 07, 2024

APRESENTAÇÃO DE LIVRO | 11 de MAIO | 15h30

“Solstício Ausente”, de Pedro Reis Soares, Edição Hora de Ler




"O Solstício Ausente surge no desejo de imortalizar as noites que se mantiveram escuras em horas extra só para que eu não acordasse; O fruto colhido das várias árvores dos diversos pomares que o rumo natural da vida me levou a visitar."

A poesia de Pedro Reis Soares acompanhada pelas ilustrações do seu avô Carlos Reys é uma carta assinada por e para sonhadores.

Assumindo diversas máscaras, as palavras entregam-se ao leitor numa lucidez absoluta da mensagem que lhes foi encarregue.

"Ao saborear as mais bonitas paisagens ibéricas ou na tentativa de descodificar as mais complexas paisagens espirituais, seria justo dizer que alguns destes poemas se escreveram sozinhos, sendo eu um mero portal entre uma espécie de arquiteto metafísico de vocábulos e o papel que me acolhe os frenéticos traços a carvão. Por vezes, no processo de escrever um verso, já conseguia ouvir o próximo ser declamado por uma voz interna acompanhada por uma linha oscilante (semelhante à de uma frequência) que namorava a melodia e o ritmo das sílabas."

Pedro Reis Soares, nascido em 2001, é um autor marinhense que revelou o seu gosto por poesia numa aula de português do 1.º ciclo. Esse interesse veio a desenvolver-se na adolescência sendo nomeado vencedor das edições XVII e XVIII do concurso de poesia da Escola Secundária Engº Acácio Calazans Duarte. Neto do artista e escritor Carlos Reys, tenciona dar continuidade à veia artística herdada nos ramos da música e da escrita. Após terminar o ensino secundário, formou-se em Comunicação Digital no Instituto Politécnico de Leiria.









maio 03, 2024

NÃO FOI UMA MADRUGADA COMO AS OUTRAS

 


O romance que hoje sugerimos para leitura do seu fim de semana
foi escrito durante o confinamento imposto pela pandemia.
É o quarto romance do autor e foi lançado durante 
o festival Corrente de Escritasna Póvoa do Varzim em 2022.  



Inspirado num dos versos de Grândola Vila Morena, "à sombra de uma azinheira/ que já não sabia a idade", nasce o nome deste romance. 
Com o propósito de celebrar Abril e o aproximar da data do seu cinquentenário, levou-o a escrever este romance  onde Portugal é a figura principal do mesmo e onde se faz uma reflexão de um tempo antes e depois de Abril: "Eu diria que são 90 anos de reflexão, 45 anos antes e 45 anos depois"





"Gostaria que este livro fosse lido por todas as gerações"

                                                    Álvaro Laborinho Lúcio


Não é uma madrugada como as outras, aquela em que vai nascer o primeiro filho - ou a primeira filha - de Maria Antónia e João Aurélio: é a que muitos esperavam e agora começa a tomar forma nas movimentações das tropas pelas ruas de Lisboa e Porto. Haverá um antes e um depois desta "manhã inicial", em que nasce a criança e renasce um país de um longo período de trevas.
Mas a almejada revolução e a vinda do bebé perdem todo o significado para João Aurélio no momento em que se cumpre: Maria Antónia morre no parto, deixando o marido e companheiro de luta desolado e definitivamente distante da vida dos vivos.
Enquanto a criança é acolhida e criada pelos tios ( a irmã de João Aurélio e o marido) e Portugal dá os primeiros passos numa nova existência democrática, João Aurélio, o antigo militante, o utópico, mergulha no isolamento e na loucura, na obsessão do passado e da morte.
Catarina cresce longe do pai, procurando saber quem realmente é, no que faz e se propõe fazer, com tudo o que isso implica: liberdade, incerteza, contradição, dúvida, risco. Em paralelo, a jovem vida em democracia do país procura desenvolver-se, libertando-se dos seus atavismos históricos e de um passado idealista.
Portugal, nos quarenta e cinco anos que antecederam o 25 de abril, contado através da história familiar e política de João Aurélio; e Portugal, nos quarenta e cinco anos que se seguiram à revolução, narrado pelo percurso indagador de Catarina. Entre estas e muitas outras personagens extraordinárias - e a inerente diversidade de olhares e perspetivas, passados e presentes - se conta a história da cisão entre pai e filha e a da relação entre a "azinheira" e as suas sombras.







Álvaro Laborinho Lúcio nasceu na Nazaré no dia 1 de dezembro de 1941.
Mestre em Ciências Jurídico-Civilísticas pela faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e magistrado de carreira, é juiz-conselheiro jubilado do supremo Tribunal de Justiça. De 1980 a 1996, exerceu, sucessivamente, as funções de Diretor do Centro de Estudos Judiciários, Secretário de Estado da Administração Judiciária, Ministro da Justiça e Deputado à Assembleia da República. Entre 2003 e 2006, ocupou o cargo de Ministro da República para a Região Autónoma dos Açores.
Com intensa atividade Cívica, é membro dirigente, entre outras, de associações como a APAV e a CRESCER-SER, de que é sócio fundador. Com artigos publicados e inúmeras palestras proferidas sobre temas ligados à justiça, ao direito, à educação, aos direitos humanos e à cidadania em geral, é autor de inúmeros livros.
Agraciado pelo rei de Espanha, com a Grã-Cruz da Ordem de S. Raimundo de Peñaforte, e pelo Presidente da República Portuguesa, com a Grã-Cruz da Ordem de Cristo, é membro da Academia Internacional da Cultura Portuguesa e doutor honoris causa pela Universidade do Minho.












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