20/10/2017

NA COSTA DO SOL PORTUGUESA VIVIA-SE MUITO BEM . . .

Baseado em factos reais, este romance, 
que sugerimos para sua Leitura de Fim de Semana,
vai agarrar o Leitor da primeira à ultima página.


"- E, entretanto, a tua mãe e eu aqui em cuidados por tua causa, sem poder dormir. Parece-te bem? Há menos de duas horas que informei a polícia do teu desaparecimento. Por acaso já te esqueceste de que, há oito anos, tentaram assassinar-te? Na altura, tinhas só dez anos e não soubeste que eras tu o alvo, mas agora já não tens desculpa. És um irresponsável.
- Papá!
- Deixa-me falar: não quero que voltes a ver essa rapariga, está a ouvir?
- Nenhuma, mas tu sim, pela simples razão de que és meu herdeiro e isso exige de ti espírito de sacrifício e objetivos mais elevados.
- Mas pensa que eu me quero casar com ela?
- É melhor não o fazeres, se queres ser rei de Espanha quando eu abdicar ou morrer. A tua futura esposa, Juanito, tem de ser uma mulher de estirpe real, educada para ser rainha, e não uma rapariga vulgar. Amantes podes ter todas as que quiseres, como o teu avô, mas esposa só uma e de sangue tanto ou mais azul que o teu. estamos entendidos?
- Perfeitamente, papá".
                                                                                
                                                                                               
Escrito por José María Zavala
Editado pelo Clube do Autor
O SEGREDO DO REI

zoom


Estoril, 1956. Juan Carlos vive um romance apaixonado com a jovem Mafalda Cornaro. Porém, um acidente com a sua arma de fogo vitima o infante Alfonso, mudando o rumo da vida do herdeiro do trono de Espanha.
Para investigar o sucedido, os governos de Salazar e de Franco montam uma operação policial. O agente português José Alberto da Costa, infiltrado na Villa Giralda, e o espanhol Julio Mora assumem a responsabilidade da investigação, que os levará até Paris, onde se esconde o cérebro da organização criminosa.

"Um grande romance, que nos mantém agarrados da primeira à última página,
 e com um final surpreendente"
                                                                              Julia Navarro



José María Zavala, jornalista, historiador e autor de referência sobre a História de Espanha, nasceu em Madrid em 1962. Estudioso dos arquivos e da documentação sobre a Casa de Bourbon, publicou sobre a mesma diversas obras. Além disso, é autor de uma trilogia sobre a Guerra Civil de Espanha.
A nossa sugestão de leitura para o seu fim de semana é o seu primeiro romance. Nele, o autor, um dos maiores especialistas na Casa Real de Espanha, aborda uma das etapas mais desconhecidas da biografia de Juan Carlos e faz um retrato de Portugal sob o regime de Salazar.




Bom Fim de Semana com Boas Leituras




11/10/2017

ESTA ESCADA, DE ONDE VEM E PARA ONDE VAI?


Escada Camondo, Istambul



Em Istambul, confluência de mundos, esta estranha escada desperta a atenção de Tiago Salazar,  que decide ir atrás da sua história.
- Esta escada, de onde vem e para onde vai?




Tiago Salazar nasceu em Lisboa, em 1972. Formou-se em Relações Internacionais e estudou Guionismo e Dramaturgia em Londres. É doutorando em Turismo no Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, estando a preparar uma tese sobre A Volta ao Mundo, de Ferreira de Castro.
Trabalha como jornalista desde 1991, atualmente como freelancer. 
Em 1995 Venceu o prémio Jovem Repórter do Centro Nacional de Cultura.
É formador de Escrita e Literatura de Viagens. Idealizou, escreveu e apresentou o programa da RTP2 Endereço Desconhecido.
Em 2010 Foi Bolseiro da Fundação Luso-Americana em Washington, ao abrigo da Bolsa José Rodrigues Migueis. É autor de vários livros de viagens: Viagens Sentimentais, editado em 2007, faz parte do fundo documental da Biblioteca Municipal.
A Escada de Istambul é a sua estreia no romance e começou com uma conversa entre dois estranhos numa escadaria bifurcada na cidade de Istambul.


"Podia ter sido uma reportagem, porque é uma história real; 
tornou-se um romance histórico porque a história é encantadora, ainda que trágica. 
E é muito mais do que uma biografia ou biografias de pessoas avulsas
 - é a história da humanidade, de uma família que representa um todo."
                                                                                             Tiago Salazar


Tiago Salazar escreveu
Oficina do Livro editou
A ESCADA DE ISTAMBUL



Conhecidos como os "Rothschild do Oriente", os judeus Camondo erraram pela Europa até se instalarem em Istambul, onde viriam a tornar-se banqueiros do sultão e grandes filantropos.
Abraham-Solomon, o patriarca, era o judeu mais rico do Império Otomano e combateu a maldição do judaísmo na Turquia fundando escolas que respeitavam todos os credos e legando ao seu filho e aos netos a importância da caridade e do mecenato. Já em Paris, o seu bisneto Isaac, amigo dos pintores impressionistas, doaria ao Museu do Louvre mais de cinquenta quadros de Monet, Manet e Degas; e o seu primo Moïse, devastado pela morte do filho na Primeira Guerra Mundial, abriria um museu que ainda hoje pode ser admirado e visitado na capital francesa.
E, porém, apesar do seu poder e da sua influência, poucos conhecem a história desta família magnânima. O mistério explica-se: sobre a dinastia Camondo abateu-se uma fatalidade - a sua fortuna e o seu sangue eclipsaram-se nos campos de extermínio de Auschwitz.


"Os primeiros Camondo vieram de Veneza, e antes de Toledo, e antes ainda talvez de Lisboa ou das terras dos tangerinos. Onde punham a mão faziam fortuna, isso é certo. Era como um dom. Haim Camondo, a mulher e os filhos vieram para Istambul depois do doge se ter sentido ameaçado pelo seu poder e os escorraçar. Acabaram por ser expulsos também daqui, pois o Grande Senhor não queria nada com a graça dos judeus.(...)
Se perguntar hoje por aí quem foram os Camondo e lhes disser que foram os homens mais ricos que Istambul já conheceu, acharão que é louco."
In,  A Escada de Istambul



Fotografia de Henri Cartier-Bresson









06/10/2017

A MORTE NÃO O QUIS E A VIDA PARECIA TER OUTROS PLANOS PARA ELE


"Os SMS, a televisão, os computadores, a crise europeia, o desemprego, o direito ao voto dos homens, depois das mulheres, depois dos negros, o cinema, a fecundação in vitro, a Nespresso, o seio da Sabrina que se escapa do biquíni no teledisco de Boys, Boys, Boys, o crédito rotativo, o caso do sangue contaminado, o direito a uma vida digna dos homens, depois das mulheres, depois dos animais, depois dos negros, depois dos homossexuais, a construção do Muro de Berlim, a destruição do Muro de Berlim e, entre as duas coisas, o seio da Sabrina que se escapa do vestido durante uma gala de beneficência transmitida por uma grande cadeia de televisão italiana. Era incrível, a quantidade de coisas que Napoleão tinha perdido!"
                                                                                                        In, Re-Viva o Imperador



Napoleão atravessando os Alpes
Pintura de Jacques-Louis David 1748-1825


Leu bem Caro Leitor
Napoleão andou a perder isto tudo!!
E nãoele não morreu a 5 de maio de 1821 em Santa Helena!!
E se lhe dissermos que foi pescado pela traineira norueguesa Usenkbare?


Para confirmar o que acima foi dito
este fim de semana vai divertir-se com a nossa sugestão de leitura.


Escrito pelo Romain Puértolas
Editado pela Porto Editora
Re-Viva o Imperador




Mantido em perfeito estado de conservação pelas águas glaciais do mar do Norte, repescado por uma traineira e depois descongelado, Napoleão Bonaparte regressa à vida no momento dos atentados jihadistas de Paris, mesmo a tempo de salvar o mundo... Desde François Hollande até às bailarinas de cancã do Moulin Rouge, ninguém ficará indiferente!
A Europa do século XXI vive assolada pelo medo, que não conhece fronteiras e que se respira em Paris como um pouco por todo o lado. Será mais difícil ao Imperador habituar-se a este novo paradigma do que à recém-descoberta Coca-Cola Light, delicioso champanhe negro, que não só não lhe tolda o raciocínio como faz ainda maravilhas à sua célebre úlcera; mas será em direção a Raqqa, a capital do autoproclamado Estado Islâmico, que o seu Novo Grande Exército irá marchar. 




"- Para onde quer que eu olhe, vejo pessoas de todas as raças, de todos os estratos sociais. Africanos, magrebinos, asiáticos e até uns quantos raros franceses.
- São todos franceses, Sire. Só a cor é que muda.
- Ah. Então, descobristes uma maneira de os integrar, de viver em harmonia, de viver todos juntos, apesar das diferenças...Bravo!
- Não se entusiasme, tudo o que vê não passa de uma bela fachada cor-de-rosa. Lá por trás, o homem continua a ser um predador para o homem. Continua a haver injustiças, racismo, intolerância. Os povos continuam a travar guerras por causa da cor da pele ou da religião..."
                                                                                                       
In, Re-Viva o Imperador




Romain Puértolas, de origem franco-espanhola, nasceu em Montpellier, a 21 de dezembro de 1975. Levado pelas voltas do destino a Espanha e a Inglaterra, foi DJ, professor de línguas, tradutor-intérprete, comissário de bordo e mágico. De regresso a França, trabalhou durante quatro anos como inspetor da polícia numa brigada especializada no desmantelamento de redes de imigração ilegal.Viciado confesso na escrita compulsiva, o autor fez a sua estreia no universo literário com a obra A incrível viagem do faquir que ficou fechado num armário IKEA, publicado entre nós em 2014, também pela Porto Editora. O seu segundo romance, A menina que engoliu uma nuvem do tamanho da Torre Eiffel, foi publicado no ano seguinte, também pela mesma editora.
Atualmente Romain Puértolas dedica-se exclusivamente à escrita. Mas nunca foi imperador.


E para acompanhar a sua leitura nada melhor que um napoleão





Longa Vida ao Imperador




29/09/2017

CUIDADO COM AS ÁGUAS CALMAS


"Estava obcecada com o rio e os seus segredos, e esse tipo de obsessão nunca acaba bem."


A revista Time diz que é um dos livros mais aguardados de 2017.
Para os nossos leitores, também.
Pois bem, essa espera acaba hoje.


Para leitura do seu fim de semana
sugerimos um livro profundamente original e surpreendente sobre as formas 
devastadoras que o passado encontra para voltar a assombrar-nos no presente.


Escrito por Paula Hawkins
Editado pela Topseller
Escrito na Água



Nel vivia obcecada com as mortes no rio. 
O rio que atravessava aquela vila já levara a vida a demasiadas mulheres ao longo dos tempos, incluindo, recentemente, a da melhor amiga da sua filha. Desde então, Nel vivia ainda mais determinada em encontrar respostas.
Agora, é ela que aparece morta.
Sem vestígios de crime, tudo aponta para que Nel se tenha suicidado no rio. Mas poucos dias antes da sua morte, ela deixara uma mensagem à irmã, Jules, num tom de voz urgente e assustado. Estaria Nel, a temer pela sua vida?
Que segredos escondem aquelas águas?
Para descobrir a verdade, Jules vai ser forçada a enfrentar recordações e medos terríveis, há muito submersos naquele rio de águas calmas, que a morte da irmã vem trazer à superfície.


"- Portanto, morreram duas mulheres naquele rio este ano? - perguntei eu. - Duas mulheres que se conheciam uma à outra, que estavam ligadas... - o inspetor não disse nada, não olhou para mim, e eu nem sequer sabia bem se ele me estava a ouvir. 
- Quantas é que morreram lá? Quer dizer, no total?
- Desde quando? - perguntou ele, voltando a abanar a cabeça. - Quanto é que gostaria de recuar no tempo?
Como disse, é muito esquisito mesmo."



Paula Hawkins nasceu a 26 de agosto de 1972 no Zimbabué. Em 1989 mudou-se para Londres, onde vive atualmente. Foi jornalista na área financeira durante 15 anos, antes de se dedicar inteiramente à escrita de ficção.
A Rapariga do Comboio, foi traduzido em mais de 40 línguas, com cerca de 20 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.  Em Portugal, é o livros mais vendido desde 2015, tendo atingido os 130 000 exemplares editados. Do livro resultou um filme de sucesso, protagonizado por Emily Blunt, que alcançou o primeiro lugar das bilheteiras.
A nossa sugestão de leitura de fim de semana é o seu segundo thriller, cujos direitos para filme já foram comprados pela Dreamworks. A autora fará parte da produção executiva.


Cuidado com as águas calmas.
Não sabemos o que escondem no fundo.



20/09/2017

NASCI NA PÓVOA DE VARZIM, A 2 DE OUTUBRO DE 1958...



"Tive a oportunidade de passar por diferentes realidades sociais e políticas, o que me permitiu alargar a minha visão do mundo, evoluir como pessoa.
Foi esta evolução da minha atitude perante o mundo que tentei reflectir nestas páginas. Não se trata de verdades absolutas, mas apenas de impressões e opiniões pessoais, nem o livro é uma autobiografia completa, pois não era esse o meu objectivo. (...)
Não, todas as personagens e acontecimentos são reais, havendo aqui todas as semelhanças com a realidade.
Claro que se trata de fragmentos da minha memória, mas não foram escolhidos com outro fim especial além daquele de mostrar a evolução de um jovem que nasce numa família de pescadores, frequenta um seminário católico, parte para a União Soviética e acaba por lá ficar quase 40 anos. (...)
Depois da invasão da Crimeia pelas tropas russas, as relações entre as pessoas tornaram-se mais tensas, sendo cada vez mais difícil conversar com aqueles de quem fui amigo durante muitos anos. O mundialmente famoso escritor russo Lev Tolstoi escreveu que "O patriotismo é o último refúgio dos canalhas", pensamento particularmente válido hoje, quando esse sentimento é empregue para atiçar o ódio de uns contra outros, contra todos os que não se deixam formatar pela propaganda.
Por essas razões, e também porque 38 anos já era muito tempo, decidi regressar ao meu país, onde tento integrar-me novamente, tentando aprender a andar de novo no solo pátrio. Quando se vive tanto tempo longe de Portugal, compreende-se de forma muito profunda que temos o melhor país do mundo, mas também se entende quão mal gerido ele é. É pena".

1991, Moscovo, Mário Soares, Carlos Fino, José Milhazes, Maria Barroso


" Este livro de leitura irresistível permite-nos espreitar
 outro mundo, noutro tempo."
                                                                                                   Cristina Peres, Expresso



Para ficar a conhecer um pouco da História do século XX, do nosso século 
e os seus protagonistas, o Leitor só tem de nos visitar e
requisitar o mais recente livro do jornalista José Milhazes







15/09/2017

PARA SEMPRE É MUITO TEMPO

Para a sua leitura de fim de semanasugerimos uma das autoras de maior sucesso a nível mundial e também uma das preferidas dos nossos leitores.


"Alma ia ter pela frente muitos anos para analisar com serenidade os seus atos de 1955. Nesse ano teve consciência da realidade e as tentativas para atenuar a vergonha imensa que a atormentava foram inúteis. A vergonha da irresponsabilidade de ficar grávida de Ichimei, de amar Ichimei menos do que a si mesma, do seu horror à pobreza, de ceder à pressão social e aos preconceitos raciais, de aceitar o sacrifício de Nathaniel, de não se sentir à altura da amazona moderna que fingia ser, do seu carácter pusilânime, convencional e mais meia dúzia de epítetos com os quais se castigava."
                                                                                                                In, O Amante Japonês




O Amante Japonês percorre diversas épocas e lugares, que fizeram história no século XX. A Segunda Guerra Mundial, o genocídio judeu, os campos de concentração americanos para os japoneses e nipo-americanos, a sida, a homossexualidade, woodstock, as drogas...

Mas voltemos ao princípio ...
Em 1939, quando a Polónia capitula sob o jugo dos nazis, os pais da jovem Alma Belasco enviam-na para casa dos tios, uma opulenta mansão em São Francisco. Aí, Alma conhece Ichimei Fukuda, o filho do jardineiro japonês da casa. Entre os dois brota um romance ingénuo, mas os jovens amantes são forçados a separar-se. Na sequência do ataque a Pearl Harbor, Ichimei e a família - como milhares de outros nipo-americanos - são declarados inimigos e enviados para campos de internamento.
Alma e Ichimei voltarão a encontrar-se ao longo dos anos, mas o seu amor permanece condenado aos olhos do mundo.
Décadas mais tarde, Alma prepara-se para se despedir de uma vida emocionante. Instala-se na Lark House, um excêntrico lar de idosos, onde conhece Irina Bazili, uma jovem funcionária com um passado igualmente turbulento. Irina torna-se amiga do neto de Alma, Seth, e juntos irão descobrir a verdade sobre uma paixão extraordinária que perdurou por quase setenta anos.



"- Para sempre é muito tempo, Alma. 
Creio que voltaremos a encontrar-nos em circunstâncias mais adequadas ou noutras vidas."                                                                                                                                                                              
                                         


Isabel Allende nasceu a 2 de agosto em Lima, no Peru.
Viveu no Chile entre 1945 e 1975, com largos períodos de residência noutros locais, na Venezuela até 1988 e, desde então, na Califórnia. Começou por trabalhar como jornalista, no Chile e na Venezuela. Em 1982, o seu primeiro romance, A Casa dos Espíritos, baseada nas recordações da sua infância, converteu-se num dos títulos míticos da literatura latino-americana. Seguiram-se muitos outros, todos eles êxitos internacionais.
A sua obra está traduzida em trinta e cinco línguas. Já foi galardoada, em 2010, com o Prémio Nacional de Literatura do Chile e homenageada, em 2014, pelo antigo Presidente dos EUA, Barack Obama, com a Medalha Presidencial da Liberdade.


"Ninguém conta histórias sobre mulheres fortes de um modo tão apaixonante como Isabel Allende"
                                                                                                                    Cosmopolitan


Pintura de Didier Lourenço



Bom Fim de Semana e Boas Leituras 




06/09/2017

SE ALGO PODE CORRER MAL, CORRERÁ MAL

No século XXI muitas coisas podem vir a correr mal.
Mais uma vez se aplica, a já sobejamente conhecida e confirmada ad nauseam, lei de Murphy: "Se algo pode correr mal, correrá mal". Não adianta nada ficar ansioso, porque podemos ter a certeza de que "se sabemos que algo pode correr mal e tomamos as devidas precauções, correrá mal outra coisa qualquer" e, para cúmulo, esta é uma lei que se concretiza sempre na pior das alturas.
Mas não desanimemos, porque "a experiência permite-nos reconhecer um erro sempre que o voltamos a fazer" e tem também a vantagem de "nos levar a cometer erros novos em vez dos antigos".
Além disso "existe sempre uma solução fácil para qualquer problema humano - clara, plausível e ... errada". Mas podemos sempre optar por não fazer nada, pois "quanto menos se faz, menos coisas podem correr mal".
Resta-nos aguardar, sem pressas, por todos os males que aí vêm, pois "ser pontual significa apenas que o nosso erro será cometido a tempo".

  • A política é arte de obter votos dos pobres e fundos de campanha dos ricos prometendo a ambos protegê-los uns dos outros.
  • Se dois homens concordam em tudo, é porque só um deles está a pensar.
  • A probabilidade de um computador bloquear é diretamente proporcional à importância do documento em que se está a trabalhar.
  • Estamos a fazer progressos. As coisas estão a piorar mais devagar.




Aqui estão as leis de Murphy, ao seu dispor na Biblioteca Municipal, que o irão acompanhar no seu dia a dia no século XXI  e que o vão ajudar a perceber que não está sozinho em maré de azar.
Informática, engenharia, comunicação, desporto, etc, etc...nada escapa.
E lembre-se que o "sujeito a quem acabou de tirar o lugar no parque de estacionamento será de certo aquele que o irá entrevistar para o seu novo emprego".



Arthur Bloch, autor norte americano, é um dos autores mais lidos do mundo, conseguindo, através de uma escrita inventiva e inteligente, transmitir sentido de humor partindo de situações que nada têm de engraçado. Arthur Bloch reúne princípios de Murphy e adapta-os a situações da vida real, introduzindo-lhes sempre muito humor e boa disposição, conduzindo os leitores à gargalhada. Talvez por isso, os seus livros sejam bestsellers mundiais. 





E já agora, 
sabe o leitor quem foi Murphy?




Edward A. Murphy (11/01/1918 - 17/07/1990) foi um engenheiro aeroespacial da NASA, que criou, em 1960, um princípio que atribui significados matemáticos às circunstâncias catastróficas, destacando que se houver a probabilidade de ocorrer uma catástrofe, ela vai certamente acontecer. Formulou a sua "lei" na sequência de testes feitos para medir os efeitos da aceleração e desaceleração em pilotos e baseia-se na nossa memória seletiva perante factos ocorridos, que explica a tendência que temos para a negatividade, dando especial ênfase aos pontos negativos em detrimento dos positivos ou neutros.


Os seres humanos são os únicos animais capazes de voltar atrás 
e cometer os erros que antes tinham evitado.



Não cometa o erro de não ler este livro




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