dezembro 18, 2024

APRESENTAÇÃO DE LIVRO | DIA 21 DEZ. | AUDITÓRIO DA RESINAGEM


 

APRESENTAÇÃO DE LIVRO DE JOSÉ MANUEL GONÇALVES 
 EDIFÍCIO DA RESINAGEM

O livro “Pinhal do Rei – Casas de Guarda e Outros Edifícios Florestais”, de José Manuel Gonçalves, da editora Hora de Ler, é apresentado no dia 21 de dezembro, pelas 16h00, no Auditório da Resinagem, cuja entrada é gratuita.

O livro, cujo texto inicial, agora revisto e aumentado, foi agraciado com o Prémio Villa Portela em 2020. A obra pretende dar a conhecer a história de todas as Casas de guarda florestais do Pinhal do Rei, a sua importância, datas de construção, substituição ou demolição, suas áreas confinantes e seus edifícios anexos.

Identifica todos os locais onde existem ou existiram casas de guarda ou outros edifícios florestais nesta Mata e dá a conhecimento de acontecimentos naturais e atividades ou eventos realizados junto às casas de guarda ou outros edifícios florestais. Dá a conhecer, também, a história de outros edifícios florestais desta Mata, nomeadamente pontos de vigia contra incêndios e edifícios de administração ou fabris.



José Manuel Gonçalves é natural da Marinha Grande. Trabalhou na indústria de moldes para plástico onde desempenhou várias funções. Foi pioneiro na utilização de máquinas de controlo numérico computorizado (CNC) e utilização de sistemas 3D (CAD/CAM) para modelação e maquinação. Depois de aposentado dedica-se ao estudo da história do Pinhal do Rei. Possui o BLOG Pinhal do Rei (Blogspot). Tem publicado pequenos textos no âmbito dos Cadernos de Estudos Leirienses. Em 2020 recebeu o Prémio Villa Portela com o trabalho Pinhal do Rei - Casas de Guarda e Outros Edifícios Florestais, agora publicado, revisto e aumentado.









dezembro 13, 2024

ERA UM DIA DIFERENTE DE TODOS OS OUTROS ...



"Um mergulho encantador na fantasia, 
um livro fascinante de que gostei muito."
                                                                                            Papa Francisco



 
Christian é um importante agente imobiliário que guia um Porsche e mora numa vivenda de luxo. No dia em que fecha um negócio de milhões, não consegue sentir a satisfação que esperava e pergunta-se, pela primeira vez, se o dinheiro, a ambição e o sucesso estarão mesmo na origem da felicidade.
Nessa altura começa a receber umas misteriosas mensagens anónimas que o levam a empreender uma viagem física e espiritual a uma montanha belíssima, sempre acompanhado de Joshua, o gato ruivo que lhe apareceu em casa a pedir festas e não o deixa sozinho um só instante.
Mergulhado num ambiente natural cheio de paz e beleza, Christian vai subindo a montanha e encontrando algumas figuras entre o sagrado e o profano que o farão refletir sobre a perfeição que ele sempre tentou alcançar e também na nova vida, calma e feliz, que um simples gato o vai ajudar a ter.







Thomas Leoncini nasceu a 31 de maio de 1985 em La Spezia, Itália.
É escritor, psicólogo e jornalista, além de autor de vários livros, entre os quais Nados Líquidos, com Zygmunt Bauman, e Deus é Jovem, com o Papa Francisco. 
Faz ainda palestras sobre Psicanálise na Escola de Medicina Psicomédica.



O livro que hoje sugerimos para leitura do seu fim de semana,
 O Homem que queria Ser Amado e o Gato que Se Apaixonou por Ele,
 é a sua primeira incursão na ficção.


O romance que teve o Papa Francisco entre os seus primeiros leitores, 
é uma obra ideal para os tempos cínico e velozes que vivemos, 
em que, para muitos, parece ser importante o que se tem, e não o que se é.





"O maior agradecimento é dirigido ao Papa Francisco, que me honra com a sua preciosa e luminosa proximidade e que foi o primeiro leitor deste romance (um teste com um leitor muito exigente!). (...)
Ainda um último agradecimento: a todos os gatos do mundo, inspiradores que se movem em silêncio, delicados e agressivos, felinos e um pouco humanos, com olhares tão antigos que seduzem a eternidade."
                                                                                                                             Thomas Leoncini



dezembro 10, 2024

APRESENTAÇÃO DE LIVRO | 14 DEZ. | 15H30














APRESENTAÇÃO DE LIVRO DE LETÍCIA SOUSA 

O Auditório da Biblioteca Municipal recebe a apresentação do livro "Não me chames Sammy", de Letícia Sousa, numa edição de autor, que se realiza no dia 14 de dezembro, pelas 15h30.

O livro fala sobre Samantha Lima, que estava prestes a completar o ensino secundário, mas a sua vida parece uma sombra do que poderia ser. Negligenciada pelos pais e ofuscada pelo raio de sol que é a irmã mais nova, Samantha mal consegue encontrar confiança em si mesma. Porém, tudo muda naquele que será o dia mais importante da sua vida. 
Com o apoio dos seus melhores amigos, Carol e Daniel, completos opostos que fariam de tudo pela querida Sam, no seu 18.º aniversário, Samantha toma impulsivamente a decisão que vira o seu mundo do avesso e redefine o seu destino. Entre notas musicais e emoções conflituosas, Samantha precisa de descobrir não apenas a sua voz no palco, mas também a sua voz interior, aquela que acredita no seu próprio valor. Terá ela coragem de virar a página e abraçar o desconhecido?



Letícia Sousa nasceu a 15 de novembro de 2005 e cresceu na Nazaré. Em 2024, com 18 anos, tornou realidade o sonho que começou aos 13, estreando-se no mundo da escrita com o livro "Não me chames Sammy", um romance que promete aquecer os corações dos leitores. Letícia não vai parar por aqui, um novo livro que promete desafiar o primeiro já está a caminho.


A sessão tem entrada livre.




dezembro 04, 2024

OS ABISMOS

"Nadie sabe lo que passa en el interior de una familia,
 ese es el gran abismo sobre el que explora la novela"
                                                                                                                         Pilar Quintana


Pilar Quintana é uma escritora colombiana, nascida em Cali, a 1 de janeiro de 1972, e é uma das mais aplaudidas e lidas escritoras de toda a América Latina.
Estudou Comunicação Social em Bogotá, trabalhou como guionista de televisão e redatora de publicidade.
Em 2007, o Hay Festival escolheu-a como um mais notáveis escritores latino-americanos com menos de 39 anos. Em 2011 foi a escritora-convidada na Universidade do Iowa e, no ano seguinte, participou no Workshop de Escritores Internacionais na Universidade Baptista de Hong Konk. 
Foi ainda co-autora do guião de filme Lavaperros, realizado por Carlos Moreno.
Está traduzida em várias línguas.
O seu romance A Cadela, que faz parte do fundo bibliográfico da Biblioteca Municipal, representou um marco na sua carreira como escritora, tendo vencido o Prémio Biblioteca de Narrativa Colombiana e sido finalista do National Book Award nos EUA em 2020.

Os Abismos
romance que hoje divulgamos, foi em 2021, 
o vencedor do Prémio Alfaguarra de Romance.

Este romance mergulha nas complexidades emocionais e psicológicas das relações familiares e é narrado a partir da perspetiva de uma menina, Cláudia, que observa os conflitos, as fragilidades e os segredos dos seus pais.



Claudia tem nove anos e é filha única. A sua vida gira à volta da mãe homónima, já que o pai - com idade para ser seu avô - passa os dias no supermercado que gere com a irmã, casada às escondidas com um tipo muito mais novo. Quando, porém, uma centelha de aventura parece disparar entre este rapaz e a jovem mãe de Claudia, a crise familiar instala-se abruptamente e mergulha a Claudia adulta numa depressão profunda, durante a qual se mete na cama a ler revistas, comentando com a filha como as mortes de Grace Kelly e Natalie Wood não podem ter sido senão  suicídios. E, enquanto a pequena Claudia mais precisa de esperança, mais a mãe lhe cria temores que a empurram para o abismo, donde nem as bonecas regressam.
Tomando como cenário um mundo em que as mulheres não conseguem escapar a casamentos impostos e prisões domésticas, esta é a história inquietante de como uma criança assume as revelações da mãe e os silêncios do pai para construir o seu próprio mundo, sem saber que, apesar de continuarem todos juntos, a família já ruiu há uma eternidade.


"Las mujeres de mi generación tuvieron la oportunidad de decidir si querían ser madres o no porque casi todas somos profesionales, pudimos decidir qué queríamos hacer con nuestras vidas. Pero las mujeres de la generación de mi madre, no. Sólo algunas estudiaron pero el mandato social era que se casarn y fueran madres. Estaba mal visto si escogían una carrera y no formaban una familia"
                                                                                                                                     Pilar Quintana




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