julho 30, 2024

A BIBLIOTECA NÃO É SÓ LIVROS

Por vezes há a ideia da Biblioteca ser apenas um espaço com livros, mas tal não corresponde à realidade, uma vez que a Biblioteca é um espaço de leitura, de trabalho, de convívio, de aprendizagem, de partilha, de acesso à informação. E nós podemos aceder à informação através de múltiplas formas e suportes, como por exemplo, através da imprensa escrita ou através da internet. 

E o que é que isso tem a ver com a nossa Biblioteca?

Na nossa Biblioteca pode encontrar um espaço de leitura dedicado às publicações periódicas, onde são disponibilizados diariamente vários títulos da imprensa, nacional e regional, e revistas de temáticas variadas. Também pode encontrar nessa sala um espaço com vários computadores destinados aos utentes e com ligação à internet. Em todo o espaço há acesso a rede wireless.

É tudo de acesso livre e gratuito.

Átrio da Entrada | Receção | Serviço de empréstimo

Sala de leitura de periódicos | Computadores

Espaço dedicado a leitura de revistas

Espaço dedicado a leitura de jornais

Sala de Periódicos






julho 24, 2024

SUGESTÃO DE LEITURA

TODOS OS AMANHÃS
Um hino maravilhoso à natureza que nos reconcilia com a vida.

É num verão brilhante e insuportável que a jovem Amande Luzin entra pela primeira vez na casa que arrendou na zona rural francesa de Auvergne. Para a acolher, encontra janelas fechadas, escuridão e silêncio: um refúgio. É ali, longe de todos, que decide esconder-se para viver o seu luto. Amande nunca abre as portadas e raramente sai à rua, evitando a interferência da luz na sua vida. Até que, um dia, encontra os diários e calendários da antiga proprietária, a senhora Hugues. Numa caligrafia redonda e elegante, há instruções detalhadas para os cuidados do jardim e para a confeção de receitas, uma espécie de almanaque caseiro.

Amande é uma mulher da cidade que nunca usou galochas nem utensílios de jardinagem. No entanto, apesar da dor que a corrói, decide seguir as instruções da senhora Hugues e recuperar o jardim abandonado, um espaço que parece mágico. A cada semente, encontra um rebento: no pântano da sua dor, cada amanhã traz uma pequena e perfumada promessa de futuro.


MÉLISSA DA COSTA 

É uma jovem escritora que conquistou o público com o seu primeiro romance, Tout le bleu du ciel, tornando-se uma nova voz a acompanhar. Os seus outros romances, Todos os amanhãs, Je revenais des autres e Les douleurs fantômes são também bestesellers, aclamados pelos livreiros e pela imprensa em França. Os seus livros já conquistaram mais de um milhão de leitores e a autora tem sido presença assídua na lista dos escritores franceses mais vendidos.

Todos os amanhãs é o primeiro romance de Mélissa da Costa publicado em Portugal, pela Suma de Letras.


Passe bem, passe por cá.



julho 23, 2024

PASSE FÉRIAS, MAS PASSE POR CÁ.

Se estiver de férias, passe por cá.
Passe pela Biblioteca Municipal.
Passe e aceite as nossas sugestões de leitura.
O importante é que passe
Passe a ser nosso leitor.
Passe a palavra e traga um amigo.
E passe a saber que é tudo 




SUGESTÃO de LEITURA PARA FÉRIAS



Quer saber mais sobre este livro e a sua autora? 
Passe por aqui amanhã.



 


julho 12, 2024

A BIBLIOTECA É...

O sítio onde pensamos encontrar aquele livro que temos em mente e de onde saímos com outros que nem sabíamos da sua existência.





Visite-nos 

E leve consigo uma das nossas

 sugestões de leitura



BOAS FÉRIAS




julho 04, 2024

PARABÉNS ANTÓNIO CÂNDIDO FRANCO

António Cândido Franco nasceu em Lisboa, em 1956. Autor de vários estudos sobre literatura e cultura portuguesas, de romances, poesia e peças de teatro, é também professor na Universidade de Évora.



Venceu por unanimidade o Grande Prémio de Literatura Biográfica Miguel Torga APE/Câmara Municipal de Coimbra, com a obra O firmamento é negro e não azul - A vida de Luiz Pacheco.
Fizeram parte do júri José Manuel Mendes, Ana Margarida de Carvalho, António Pedro Pita e Cândido Oliveira Martins.

O júri acentuou "a notável capacidade criativa da escrita" do autor e também a "documentadíssima reconstrução do contexto político, social e cultural, sobretudo do meio literário" durante a vida de Luiz Pacheco.

António Cândido Franco afirmou em 2023 numa entrevista à agência Lusa, que ao escrever a biografia de Luiz Pacheco pretendia tirar o escritor da marginalidade e trazer-lhe o "devido reconhecimento académico", para lá da fama de maldito e libertino.

"(...) foi assim que fiquei a saber de um escritor português chamado Luiz Pacheco. 
(...) A vontade em conhecer mais a singular existência deste homem cresceu sempre. Visitei a casa onde nasceu e que lá está quase igual ao que foi; procurei as que habitou, algumas desaparecidas, outras irreconhecíveis; entrei nas pensões em que viveu e sentei-me nas salas onde se sentou. Li e reli com renovado interesse os livros, as cartas e os artigos de jornal que escreveu e até os livros de outros que traduziu ou editou. Esta biografia é fruto desse convívio, que tem hoje mais de cinco décadas."


António Cândido Franco recebe hoje o 
Grande Prémio de Literatura Miguel Torga, 
em Coimbra, na sessão solene do Dia da Cidade.








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